A Meta não é a primeira empresa a entrar no segmento de óculos inteligentes, mas lançou os primeiros óculos inteligentes de sucesso comercial do mercado.
Claro, a Meta incluiu algumas medidas de proteção em seus óculos, incluindo uma luz para indicar quando estão tirando fotos ou gravando vídeos e a opção de desligar automaticamente a gravação se a luz parecer ter sido adulterada.
A reputação dos óculos Meta em relação à privacidade fez com que a Apple atrasasse o lançamento de seus óculos inteligentes e gastasse mais tempo ajustando suas mensagens de marketing e recursos técnicos.
Em vez de simplesmente dizer que os usuários devem confiar em seus óculos, a Apple supostamente enfatizará recursos distintivos, como processamento no dispositivo, eliminação do reconhecimento facial e remoção de um modo de superdetecção semelhante ao Meta, que analisa continuamente o ambiente ao redor do usuário.
A Apple agora tem duas soluções potenciais para lidar com o problema.
A segunda solução é incluir uma câmera, mas não permitir que ela grave fotos ou vídeos.
No entanto, apesar de todas as preocupações com a privacidade, a capacidade de gravar vídeos e fotos é um dos recursos mais atraentes dos óculos inteligentes, e remover a câmera ou eliminar a capacidade de tirar fotos e vídeos reduziria bastante a usabilidade desses produtos.
Este cenário é muito semelhante às preocupações em torno do Apple AirTag, um produto que foi lançado inicialmente para ajudar os usuários a rastrear seus pertences, mas que mais tarde se tornou uma ferramenta para perseguição ou até mesmo roubo.
Finalmente, a Bloomberg diz que os óculos inteligentes da Apple foram inicialmente planejados para serem lançados ainda este ano.